Trio JANAJU lança o álbum “Lindeira” na quarta-feira (28)

Foto: Reprodução
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Grupo é formado por Maestro Jaime Alem,  Nair Cândia e Jurema de Cândia
Formado pelo Maestro Jaime Alem e as cantoras Nair Cândia e Jurema de Cândia, o trio JANAJU lança na quarta-feira (28) o seu primeiro álbum, ‘Lindeira’, juntamente com o videoclipe da faixa ‘Lá onde eu moro’. O show de lançamento do álbum acontece quinta-feira (29) no Teatro Rival (RJ).
O álbum, com dez faixas, passeia por ritmos e estilos variados, cantando a natureza, o amor e, como não poderia deixar de ser, a crítica social, bem ao feitio das composições de Jaime.
O JANAJU pode ser definido como “a alegria de cantar”, o show “Lindeira” é pura vibração, mesclando músicas do álbum e canções conhecidas, realçando o timbre vocal harmônico e diferenciado do trio.
Os músicos que atuam nesse show, além de sua qualidade como instrumentistas, são partícipes da história de Jaime, Nair e Jurema em trabalhos relevantes ao longo de suas carreiras, em gravações e shows de grandes artistas. Jurim Moreira na-bateria, Rômulo Gomes-no contrabaixo, Reginaldo Vargas nas-percussões e o maestro João Carlos Coutinho-no piano e acordeon.
A canção ‘Lindeira’, que dá nome ao álbum, é uma feliz parceria de Jaime com a poeta Etel Frota, autora da letra de ‘Sete Trovas’, sucesso na voz de Maria Bethânia.
Paulo Cezar Pinheiro, que dispensa apresentações, escreveu a letra da “Catira do Pinheiro”, apresentada no show no formato de atira tradicional, com violas, palmas e sapateado.
“’Nosso jardim’, assim eu costumo definir o conjunto de músicas desse trabalho, um jardim cujas sementes remontam à minha adolescência e juventude, as canções da memória afetiva e as novas cepas musicais, novas parcerias, Etel Frota e Paulo Cezar Pinheiro especialmente; e o principal, cantar e tocar. Eu sempre fiz isso, mas não com a intensidade de agora”, comenta um empolgado Jaime Alem.
Algumas canções do álbum são resgates da juventude de Jaime, que, em sua própria avaliação, externam sentimentos universais e exploram temas que continuam atuais.
“Desde que eu e o Jaime gravamos nosso primeiro LP “Jaime e Nair”, me coloco como solista, como intérprete; mesmo tendo trabalhado como backing vocal em shows e discos de Bethânia, Beto Guedes e Elba Ramalho. Tenho o meu disco solo ‘Canção de um outro dia’ nas plataformas digitais. Agora, junto com a mana Jurema surge a oportunidade de desenvolver um trabalho com ênfase nos vocais e explorar nosso timbre, que vem de família. É mais uma virada na minha carreira. Felicidade define tudo”, define Nair Cândia.
A criação do trio é decorrência natural dos laços entre os três profissionais e dos pedidos de amigos que frequentavam os saraus na casa do maestro, em Santa Teresa, no Rio de Janeiro, onde eram apresentadas obra autorais de Jaime, as canções da dupla Jaime e Nair e, com a participação de Jurema de Cândia, um repertório universal das décadas de 60/70 até os dias de hoje, incluindo covers de Beatles, Mama & Papas, Mutantes, Edu Lobo, Caetano, Gil, Milton Nascimento e até mesmo modas de viola.
“Eu sempre trabalhei como vocalista com grandes artistas, Tim Maia, Martinho da Vila, Maria Bethânia, e tenho a honra de fazer parte do show de Roberto Carlos; porém antes disso fui crooner de orquestras de baile, um dos melhores aprendizados que um músico poderia ter. O JANAJU é um divisor de águas, a oportunidade de fazer o vocal que sempre fiz abrindo vozes, às vezes em contralto, às vezes soprano, e posso também explorar a minha voz em momentos solos. É a realização de um sonho”, finaliza Jurema de Cândia.
Marcelo Rezende

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