Time de vôlei de MS enfrenta o Fluminense neste sábado pela Superliga B

Foto: Divulgação/Sesc MS Vôlei/AECGV
Foto: Divulgação/Sesc MS Vôlei/AECGV

Equipe sul-mato-grossense busca manter bom momento e joga diante da torcida em Campo Grande

O time sul-mato-grossense Sesc MS Vôlei/AECGV volta à quadra neste sábado (17) para mais um compromisso pela Superliga B 2025/2026 de voleibol masculino. A equipe enfrenta o Fluminense (RJ), às 18h30, no ginásio da Funlec, em Campo Grande, em partida válida pela fase classificatória da competição nacional. O acesso do público será mediante a doação de dois quilos de alimento não perecível.

Representando Mato Grosso do Sul na competição, o Sesc MS Vôlei/AECGV tenta embalar após vitória fora de casa sobre a Apade, de Belém (PA), atual quinta colocada da tabela. Na estreia da Superliga B, o time foi superado pela Aprov/Chapecó (SC) no tie-break, mas se recuperou na rodada seguinte, também com vitória por 3 sets a 2.

O Fluminense chega para o confronto em bom momento. Na última terça-feira (13), a equipe carioca venceu a Aprov/Chapecó por 3 sets a 0, resultado que indica um duelo equilibrado diante da torcida campo-grandense.

O projeto do Sesc MS Vôlei/AECGV conta com apoio do Sesc e da Fecomércio, além do Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura e da Fundesporte. Para o secretário Marcelo Ferreira Miranda, a presença do time na Superliga B reflete um trabalho de médio e longo prazo. “O apoio do Governo do Estado integra uma política contínua de valorização do esporte de alto rendimento, aliada à formação de atletas e à representatividade de Mato Grosso do Sul no cenário nacional. Estar na Superliga B é resultado de planejamento, investimento responsável e parcerias institucionais sólidas”.

O diretor-presidente da Fundesporte, Paulo Ricardo Nuñez, também destaca o impacto da competição para o esporte local. “A Superliga B proporciona aos atletas sul-mato-grossenses uma vivência competitiva de alto nível, essencial para a evolução técnica e profissional. Nosso apoio busca assegurar condições para que o estado siga formando talentos e ampliando sua presença no voleibol brasileiro”.

A Superliga B masculina reúne 14 equipes de diferentes estados do país. Ao final da primeira fase, os oito melhores avançam para os playoffs, enquanto os dois finalistas garantem vaga na Superliga A. Quatro equipes serão rebaixadas para a Superliga C.

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