Sesc MS chega à metade da primeira fase pressionado por reação na Superliga B

Foto: Redes Sociais
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Equipe recebe o Fluminense neste sábado (17), em Campo Grande, embalada pela primeira vitória no torneio

O Sesc MS entra em quadra neste sábado (17), às 18h30, no Ginásio da Funlec Oswaldo Tognini, em Campo Grande, para enfrentar o Fluminense, pela sétima rodada da fase classificatória da Superliga B. O confronto marca a metade da primeira fase para a equipe sul-mato-grossense, que tenta transformar a reação iniciada fora de casa em um ponto de virada na competição.

No último domingo (11), o Sesc MS conquistou a primeira vitória na Superliga B ao bater o Apade Vôlei por 3 sets a 2, resultado que encerrou uma sequência de cinco derrotas e recolocou o time na disputa direta por posições na tabela. Agora, diante da torcida, a equipe busca o primeiro triunfo como mandante e a possibilidade de encurtar a distância para o bloco intermediário da classificação.

O técnico Samir Dalleh destacou a evolução apresentada pela equipe na última partida e apontou que certos fundamentos podem ser decisivos contra o Fluminense. Segundo ele, os treinos da semana tiveram foco no estudo do rival e em ajustes técnicos. “Ainda precisamos ajustar muitas coisas, mas estudamos bem o adversário. Precisamos sacar com eficiência, tirar o passe da mão do levantador e ajustar bem a marcação dos ponteiros”, afirmou.

Com três pontos na tabela, o Sesc MS ocupa a 13ª colocação, vice-lanterna. A diferença para o 10º colocado, Praia Grande Vôlei, é de três pontos, enquanto o oitavo lugar, posição que fecha a zona de classificação para as quartas de final ocupada pelo adversário deste sábado, soma nove. O cenário mostra uma tabela ainda bastante equilibrada, especialmente do quinto ao décimo lugar, com apenas quatro pontos de diferença.

A Superliga B é disputada em turno único, com 13 rodadas na fase classificatória. Ao fim dessa etapa, as oito primeiras equipes avançam às quartas de final, enquanto as que terminarem do 3º ao 10º lugar garantem permanência na competição para a temporada 2026/2027. Já os quatro últimos colocados ficam sujeitos ao rebaixamento para a Superliga C.

Nesse caso, a reta final da primeira fase passa a exigir não apenas vitórias, mas também atenção ao sistema de pontuação. Pelo regulamento, jogos ganhos por 3 sets a 0 ou 3 a 1 rendem três pontos, enquanto a vitória por 3 a 2 vale dois. Já derrotas no tie-break somam um ponto.

O Sesc MS terá ainda seis jogos por disputar após a partida deste sábado. Os confrontos contra Araucária e América, equipes que ocupam hoje, 11° e 14° lugares da tabela, ganham peso de decisão direta. Resultados positivos nesses duelos são fundamentais para que o time sul-mato-grossense consiga sair da zona de risco e se manter na briga por vaga entre os dez primeiros.

Além disso, partidas contra adversários de campanha intermediária, como Mogi Vôlei, em sétimo, e Brasília, em quarto, são oportunidades para pontuar, mesmo em jogos de maior equilíbrio técnico, ou seja, mesmo a derrota, desde que por 3 a 2, pode ajudar a equipe a alcançar o Top 10. Já diante dos líderes Montes Claros e Norde Vôlei, é preciso evitar derrotas sem sets vencidos e preservar o índice técnico, utilizado como critério de desempate em caso de igualdade de pontos.

Preparação

Samir avaliou de forma positiva a semana de treinamentos e disse que o elenco chega confiante. “Foi uma semana de muito trabalho, bastante cansativa, mas seguimos confiantes. Ainda mais jogando em casa, com a nossa torcida nos apoiando”, destacou.

O jogo contra o Fluminense, surge como um termômetro importante neste momento da competição. Uma vitória em casa pode recolocar o Sesc MS de vez na disputa por posições mais altas e dar fôlego à equipe para a sequência decisiva da Superliga B.

O treinador convocou os torcedores e ressaltou a importância do apoio neste momento decisivo. “Quero convidar a todos para nos prestigiar e apoiar, sendo o sétimo jogador dentro de quadra. Precisamos muito dessa vitória, que será fundamental para a tabela de classificação”, concluiu.

Por Mellissa Ramos

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