Empossado nessa quinta-feira (8), Marcelo Vilela espera entregar resultados já nos próximos meses
Com o anúncio R$ 20 milhões em investimentos na saúde de Campo Grande, o novo secretário da Sesau (Secretária Municipal de Saúde), Marcelo Vilela e Ivone Nabhan (adjunta) assumiram a pasta, na tarde desta quinta-feira (8), com foco em resolver a falta de medicamentos e organizar o sistema de atendimento na rede, a fim de melhorar o funcionamento das UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) e da saúde primária.
A expectativa é que, com organização e planejamento, os problemas na saúde sejam estabilizados e, além de melhorias para o sistema de saúde, o novo titular também afirmou que já está trabalhando para a melhoria no abastecimento de medicação.
“A primeira prioridade está sendo o abastecimento de medicamentos, o que já está acontecendo. A segunda é uma organização do sistema de atendimento, assistencial. Essa semana as reuniões foram basicamente sobre organização dos sistemas. Estamos fazendo um alinhamento para que o cidadão de Campo Grande esteja bem protegido e seguro.
A prefeita lembrou que Vilela já acompanha a saúde da Capital como membro do Comitê Gestor e também tem experiência anterior como secretário de Saúde da cidade. De acordo com ela.
“Estamos trabalhando já há algum tempo, buscando no país o que tem de melhor na saúde pública. Hoje estamos aqui avançando, dando posse ao secretário Dr. Marcelo, que já teve 2 anos e 3 meses de experiência e agora retoma o trabalho para que possamos avançar não só nos exames, mas em cirurgia e também atendimentos, reforçando a atenção primária de Campo Grande, quer é tão importante e que vai trazer um novo tempo para a saúde da Capital”, declarou.
Em relação à verba recebida por intermédio da bancada federal e anunciada ontem pela senadora Tereza Cristina (PP), Vilela disse que o valor será destinado para benfeitorias no sistema de média e alta complexidade. Por outro lado, o secretário disse que o recurso é finito enquanto a demanda da saúde é infinita.
“O problema é que o recurso é infinito e a demanda é infinita, mas com organização e planejamento, vamos conseguir sim estabilizar esses problemas da saúde”, afirmou Vilela.
O empossado ainda reforçou que os atendimentos seguem com normalidade nas UPAs e outras unidades de saúde. No entanto, não há um prazo para que o fornecimento de remédios seja estabilizado.
“O atendimento está acontecendo, o que não está acontecendo é, às vezes, o paciente ter acesso ao medicamento, mas isso já está sendo reestabelecido. Não podemos estipular um prazo, porque a administração pública depende de recursos, mas acredito que nesses próximos 3 meses a gente consegue dar uma boa organizada na rede”, finalizou.
Por Ana Clara Julião
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