28 novembro 2020, 16:13
Empresários da Capital devem contratar este ano cerca de 2,7 mil temporários
Valentin Manieri

Comércio prevê contratações para o fim do ano

De acordo com a economista Daniela Teixeira Dias, do IPF- -MS (Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Fecomércio- -MS), as expectativas para os próximos três meses são de que, pelo menos no comércio, 25% dos empresários realizem novas contratações. O motivo seria a melhora da confiança e pelas perspectivas de vendas provocadas pelas festividades de fim de ano, como o Natal e o Ano-Novo.

“Esse seria o quarto mês de registros, em que temos mais admissões que demissões. Existem alguns fatores que podem contribuir para tais resultados, como a melhora do índice de confiança do empresário e do comércio, onde é mais fácil transformar essa confiança em investimentos, nos negócios e na mão de obra. Embora, ainda esteja, a quem, do esperado, tivemos alterações de comportamento, pro consumo de segmentos específicos já que as pessoas estão mais tempo em casa. Além disso, temos comércios reabrindo e temos também, as expectativas do fim do ano que provocam um apelo emocional maior”, destacou.

No país, pelo terceiro mês consecutivo o saldo também foi positivo ao chegar aos 313.564 empregos. Cifra esta resultante da admissão de 1.379.509 trabalhadores e a demissão de pelo menos 1.065.945 funcionários, o que totaliza uma variação de 0,82%. A alta foi puxada pela indústria, responsável por 110.868 empregos, seguida pelo setor de serviços, com outras 80.481 contratações, e o comércio, com outras 69.239. No cenário nacional, o setor de construção continua com resultados positivos, ao consolidar 45.249 contratações.

Sobre os acordos firmados no Brasil, em setembro, o Ministério da Economia contabilizou o registro de 1.344.256 contratos, que beneficiaram aproximadamente 1.310.089 trabalhadores e outros 307.798 empregadores. Sobre as modalidades mais procuradas, a suspensão de contratos laborais obteve uma adesão de 508.099 contratos, acompanhada pela redução de 50% da jornada de trabalho, com outros 302.485 contratos. Entre os de menor procura estão redução de 70%, com 286.489 acordos, e a redução de 25%, com outros 247.183 contratos.

(Texto: Da redação)

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