26 outubro 2020, 3:44
Foto: Divulgação

Shows de outubro e novembro serão realizados em lives

Palco traz a brasilidade de Murilo Martinez Trio, de Três Lagoas, e o blues peculiar de Zé Pretim

O projeto Som da Concha Helena Meirelles, edição 2020, promovido pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), está de volta, porém, para atender as normas de prevenção para evitar o contágio do COVID19, será realizado por meio de lives nos meses de outubro e novembro. Serão seis fins de semana ininterruptos de apresentações com os 20 selecionados de 2020 e 4 remanescentes da edição 2018. Os shows acontecerão de 17 de outubro a 22 de novembro, sempre aos sábados e domingos a partir das 18 horas pelo YouTube.

Hoje abertura será com Murilo Martinez Trio, de Três Lagoas, e Zé Pretim. Já amanhã é a vez de Diovibe, de Corumbá, e Adilson Big e Banda Company, as apresentações acontecem a partir das 18 horas pelo www.youtube.com/ fundacaodeculturamsoficial.

O bluesman mais querido do MS apresenta seu show “Blues Pantaneiro”, acompanhado de Ju Souc na bateria e João Carlos no baixo. Zé Pretim apresenta as músicas que viraram sucesso na sua voz e guitarra, entre elas “Chico Mineiro”, “Asa Branca”, “Cuitelinho”, “Trem do Pantanal” e ainda músicas autorais. 

O show Murilo Martinez Trio traz um estilo contemporâneo, inclusivo e singular, explorando as raízes sonoras brasileiras com leveza, e singularidade. Utilizando afinações alternativas e instrumentos de diversas regiões do mundo, o trio se destaca pela originalidade no gesto das composições.

Formada em meados de outubro de 2015 em Corumbá- -MS, a banda de rock cristão Diovibe apresentará o show “A Fuga”. O estilo tem inspiração em grandes ícones do rock cristão nacional, tais como Oficina G3, Resgate e Fruto Sagrado

Adilson Big e Banda Company trazem o show “O Melhor do Rock”, um repertório de boa música nacional e internacional, além da homenagem à Banda Alta Tensão, criada em 1984 por Adilson, quando gravou dois discos. Depois em 1988 fundou a Banda Big Company, com estilo rock e pop rock, e em 1993 a Banda Lilás, onde permaneceu por aproximadamente dez anos. Seguindo o mesmo estilo, fundou a Banda Company, em 1996, com vertente em formaturas, casamentos e festas em geral.

“O projeto Som da Concha sempre teve como característica a pluralidade. Não existe um estilo musical que tenha predileção na seleção e a programação deste ano reafirma isso. O público vai poder conferir desde shows instrumentais de diferentes vertentes como jazz, viola brasileira e rock progressivo até bandas de metal, punk e rock clássico. Tem violeiro, bossa, MPB e também nossos cantores e compositores consagrados como Geraldo Espíndola e Aurélio Miranda”, conta Vitor Maia, do Núcleo de Música da Fundação de Cultura de MS.

Som da Concha 

O projeto criado em 2008 pela Fundação de Cultura proporciona shows aos domingos com entrada franca na Concha Acústica Helena Meirelles, que fica no Parque das Nações Indígenas. O projeto valoriza e difunde a produção musical sul-mato-grossense, selecionando músicos instrumentistas ou cantores solos, bandas ou grupos musicais residentes em Mato Grosso do Sul. (Com assessoria)

Serviço

Os shows acontecem até o dia 22 de novembro, sempre aos sábados e domingos a partir das 18 horas pelo www.youtube.com/ fundacaodeculturamsoficial.

(Texto: Marcelo Rezende)

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