1 outubro 2020, 15:55
Crédito: Reprodução/Internet

Pet Friendly: Lugares onde cães e gatos são bem-vindos

Estabelecimentos comerciais e locais públicos abrem as portas para a entrada de tutores acompanhados de seus animais de estimação

Diante da importância dos animais em nossas vidas, benefícios que antes eram limitados a cães de serviço e apoio passaram a ser revistos diante de uma urgência social. Muitos estabelecimentos comerciais e locais públicos passaram a abrir as portas para a entrada dos tutores e seus pets.

De acordo com o zootecnista, professor do curso de Medicina Veterinária da Uniderp e mestre em comportamento animal, Diogo Cesar Gomes da Silva, ainda existem muitas restrições com este conceito e parte disso se deve a questões culturais e desinformação.“Um lugar que permite a entrada de cães, por exemplo, precisa se adaptar a isso, locais apropriados, água, alimentação, cuidados com a higiene e o convívio social entre clientes e cães. Não é uma tarefa fácil, mas é possível, e muitos lugares são exemplos disso”, revela o especialista.

O conceito Pet Friendly é algo compartilhado, de um lado, um estabelecimento ou local deseja a entrada deste público e se prepara para isso, e de outro, o tutor também deve se preparar e somente levar seu animal com condições sanitárias e comportamentais adequadas. “Além do estabelecimento, cabe ao tutor a responsabilidade de socializar e educar seu cão, garantindo, também, a segurança deste animal em termos de saúde e de comportamento”, orienta.

A importância da educação canina para ambientes Pet Friendlys

Um educador canino ensina o cão a se comportar sem ordens, ele trabalha com as emoções e com o comportamento geral do cachorro. Conforme explica Diogo, para ambientes Pet Friendlys, é indispensável a educação canina. “As pessoas ainda confundem adestramento com educação canina. Adestramento é um conjunto de técnicas para um objetivo, educação canina envolve a aprendizagem canina em seu contexto total, incluindo o tutor e o animal. É a educação canina que vai capacitar o tutor e preparar o cão para o convívio social, eventualmente, técnicas de adestramento podem ser úteis como comandos de sentar, deitar e ficar”, explica.

Segundo o zootecnista, para que um cão possa conviver em ambientes públicos, com outras pessoas e outros cães, ele deve ser socializado e educado, como qualquer ser humano. “Um cão que passou por um processo de educação canina, treinamento e socialização, vai se adaptar às situações públicas. Além disso, o tutor deve sempre prezar pela segurança. A conscientização e bom senso adquiridos neste tipo de preparo já é decisivo para evitar confusões, brigas, desconfortos”.

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