20 setembro 2020, 19:29
Crédito: Nilson Figueiredo

Jovem acadêmica é pré-candidata para combater desigualdades

De uma família de militantes, Camila Jara, 25 anos, se colocou a disposição para ser inovação na política de Campo Grande. Seus pais, mãe professora e pais jornalista, se conheceram em um protesto lutando por direitos. Seus irmãos são os outros três pilares da campanha da pré-candidata a vereadora pelo PT, ao qual é filiada há nove anos. Em casa, o diálogo sempre foi sobre política e o apoio é total, afinal está tudo em família. Com ações construídas a muitas mãos, a futura cientista social e política, já pensando em um mestrado em ciências políticas, conta que a decisão de concorrer a uma cargo eletivo veio de um pedido.

“Assim, percebendo a necessidade de ter real representatividade em uma cadeira eletiva, eu aceitei e começamos a construir os projetos que tem a contribuição voluntária de todos que segue aumentando com as pessoas colaborando, inclusive pelas redes sociais. Nosso trabalho é todo voluntário onde priorizamos olhar realmente para a igualdade e para a periferia, por exemplo”, explicou Camila.

Camila hasteia três bandeiras: o combate a desigualdade, os direitos das mulheres e a inovação. “As políticas públicas são o caminho para integras estas três bandeiras. Debatemos coletivamente para chegar as soluções de cada problema. Não consigo enxergar de maneira separada as políticas públicas sem integrar sem combater as desigualdades, sem inserir os direitos das mulheres e sem inovação como uma gestão eficiente do Estado e usando a tecnologia para aproximar a população da política”,

O sonho de Camila é total igualdade. “Uma política verdadeiramente representativa. Quero ver uma cidade onde todo mundo tenha voz. Que ninguém tenha que pedir alimento, onde o índice de violência contra a mulher seja tão alto e gritante então quer ver uma Campo Grande feita e pensada para as pessoas e não só para alguns sobrenomes”,

Para Camila a transformação tem um veia vital. “Estamos indo para uma disputa em um Estado extremamente conservador. A gente precisa ter referências de pessoas que estão dispostas a fazer diferente da política daqui, mas não só por ser novo, e um rosto novo, mas fazer diferente para atender as expectativas da população local. Precisamos levar a política a sério e não tratar como se fosse um campo de futebol. Além disso, levar argumentos e inserir educação política. Acredito muito na educação. Acredito que a sociedade só vai ser transformada se for feita uma educação para a vida”, finalizou.

(Texto: Rafael Belo)

Veja também

Prefeito terá 13 candidaturas para tentar bater reeleição

Até o momento, o prefeito Marquinhos Trad (PSD) tem 13 adversários oficiais que disputam a …

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *