29 janeiro 2020, 3:29
Crédito: Divulgação

Na primeira quinzena do ano, MS registrou três mortes por dengue

Nos primeiros 15 dias do ano, Mato Grosso do Sul já teve três mortes por dengue. De acordo com a SES (Secretaria Estadual de Saúde), o novo caso ocorreu em Sete Quedas, cidade distante 515 km da Capital. Na realidade, a morte foi registrada na última sexta-feira (10), no entanto, somente ontem (14) foi confirmado pela secretaria após o resultado dos exames do Lacen-MS (Laboratório Central de Mato Grosso do Sul). A vítima foi um paciente de sexo masculino de 17 anos. A suspeita inicial era de leptospirose, no entanto, o diagnóstico se confirmou como dengue. Os outros dois casos ocorreram em Corumbá e Campo Grande, ambas em decorrência de dengue hemorrágica, a forma mais grave da doença.

O primeiro caso foi de um morador de Corumbá, distante 415 km de Campo Grande, que morreu na última quinta-feira (9). Lucian Andrade, de 29 anos. Ele foi internado na segunda-feira (6) e, dois dias depois, o estado de saúde do rapaz piorou, ele foi transferido para o CTI (Centro de Terapia Intensiva) e não resistiu. O caso mais recente foi registrado na Capital, no último domingo (12). Geverson Camelo dos Santos, de 30 anos, morreu em decorrência de dengue hemorrágica. A confirmação do caso veio por meio da assessoria da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde Pública).

Apoio aos municípios

Para auxiliar os municípios no tratamento contra a doença, a SES enviou insumos do programa da dengue, através do caminhão da CAF (Coordenadoria de Assistência Farmacêutica), aos 79 municípios. Foram distribuídos 37,1 mil frascos de soro fisiológico, 14,5 mil frascos de dipirona e 29,7 mil de paracetamol. Também foi enviado material gráfico de dengue para orientação de profissionais dos 79 municípios via NRS – –cartaz de classificação de risco e exames para identificação da fragilidade de vasos sanguíneos e tendência de sangramento. Foram capacitados 79 coordenadores de Endemias, para atuação em cada município, 189 supervisores de Endemias, 359 agentes de Endemias, 26 técnicos de laboratório e 162 técnicos operacionais.

(Texto: Dayane Medina)

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