Paulo Gustavo morre depois de quase dois meses intubado com COVID

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Paulo Gustavo não resistiu e morreu na noite desta terça-feira (4) quase dois meses depois de ser internado e intubado devido a complicações da COVID-19. O ator, diretor, comediante e humorista deixa marido e dois filhos. O quadro dele piorou depois de uma embolia pulmonar que levou ar para o coração e para o cérebro. Mais cedo o boletim hospitalar haviar informado que a situação do ator era irreversível.

No sábado (1º) ele havia apresentado melhora mesmo somando a sua situação uma pneumonia bacteriana. Ele foi internado dia 13 e intubado no dia 21. Começou nos palcos profissionalmente aos 26 anos e passado menos de 20 anos, deixa uma carreira de sucesso irreverente. Seu último filme e programa foi o 220 volts. O Último filme de Dona Hermínia, personagem inspirado na mãe de Paulo Gustavo Dona Déa Lúcia, Minha Mãe É uma Peça 3, levou 11 milhões de espectadores aos e arrecadou mais de 180 milhões de reais em receitas. Um recorde do cinema brasileiro.

Carreira

Paulo Gustavo decidiu ingressar no curso da Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) em 2002. Quando concluiu em 2005, havia feito amizades com Fabio Porchat e Marcus Majella. Porchat e Paulo Gustavo escreveram juntos e estrearam a peça “Infraturas”. Foi um fracasso.

A atriz Samantha Schmütz o convidou para fazer uma participação especial na peça “O surto”. Surgiu a famosa personagem/a própria mãe, Dona Hermínia. Foi uma esquete de oito minutos. Foi tão bom que passou a ser um papel fixo na peça. Depois disso Doan Hermínia virou a peça de teatro “Minha mãe é uma peça”. Um monólogo que ele acreditava tanto que parcelou todo o cenário com cheques de familiares.

Deu tão certo que em menos de dois menos acumulava sessões extras em um fenômeno com mais de 2 milhões de espectadores, premiado com o Prêmio Shell em 2006. Em 2011 passou a apresentar o “220 volts” no canal Multishow. Paulo Gustavo foi protagonista do “Vai que cola” e “A Vila”. A novidade mais recente era que “Minha mãe é uma peça” foi confirmada como adaptação em série para o Globoplay.

Aliás, a estreia de “Minha mãe é uma peça” em 2013, teve mais de 4 milhões de espectadores, em 2016, com a sequência chegou a 9,3 milhões de pessoas e o último em 2019, recordista nacional de público com 11,6 milhões de espectadores. 

Paulo Gustavo ainda esteve nas telonas com outros sucessos de bilheteria: “O divã” (2009), “Vai que cola — O filme” (2015),  “Os homens são de marte…e é pra lá que eu vou” (2014) e “Minha vida em Marte (2018)”.

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