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	Comentários sobre: Novo peixe-elétrico emite a maior voltagem já registrada	</title>
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	<description>O jornal que respeita seus leitores</description>
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		Por: Jorgeandro Felinto		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorgeandro Felinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2019 13:20:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acredito que os cientistas e/ou a mídia deveriam buscar informações com pessoas que vivem nas áreas rurais - comunidades ribeirinhas da região amazônica e se buscam alguma informação, que as levem em consideração no ato da divulgação de algumas notícias, pois as pessoas que moram nesses lugares como eu que nasci e cresci e residi até 23 anos de idade em uma comunidade ribeirinha, sabem desde crianças que existem mais de uma espécie de poraquês, pois da forma como as notícias são divulgadas pela mídia, chega a ser um insulto à estas pessoas, é como se os cientistas tivessem sido os pioneiros a observar tais espécies, como se ninguém as tivessem visto antes e não soubessem qual a que produz descarga elétrica mais forte, as pessoas que moram nessas áreas podem não saber a voltagem exata emitida pelos poraquês, mas sabem diferenciar qual delas emite a maior descarga elétrica. Fico feliz pelo trabalho deles, somos gratos aos cientistas pela divulgação de novas espécies na mídia, pelas descobertas e pela grande importância deles e de seu trabalho para a humanidade e para o planeta em geral, no entanto muitas de novas espécies que são divulgadas na mídia para que sejam conhecidas mundialmente são conhecidas por nós, fato este que deveria ser levado em consideração no ato da divulgação, desta forma até parece que não existimos e que se existimos não sabemos, não conhecemos nada, coisa alguma! Pergunte se algum de nós prefere pegar um choque de um poraquê grande ou do pequeno de &quot;papo vermelho&quot; - como é conhecido este último, claro que não vamos querer pegar choque de nenhum dos dois, mas pra escolher entre um e outro, seria escolhido o  primeiro-poraquê grande, pois o choque é bem menor que o choque do poraquê pequeno de &quot;papo vermelho&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que os cientistas e/ou a mídia deveriam buscar informações com pessoas que vivem nas áreas rurais &#8211; comunidades ribeirinhas da região amazônica e se buscam alguma informação, que as levem em consideração no ato da divulgação de algumas notícias, pois as pessoas que moram nesses lugares como eu que nasci e cresci e residi até 23 anos de idade em uma comunidade ribeirinha, sabem desde crianças que existem mais de uma espécie de poraquês, pois da forma como as notícias são divulgadas pela mídia, chega a ser um insulto à estas pessoas, é como se os cientistas tivessem sido os pioneiros a observar tais espécies, como se ninguém as tivessem visto antes e não soubessem qual a que produz descarga elétrica mais forte, as pessoas que moram nessas áreas podem não saber a voltagem exata emitida pelos poraquês, mas sabem diferenciar qual delas emite a maior descarga elétrica. Fico feliz pelo trabalho deles, somos gratos aos cientistas pela divulgação de novas espécies na mídia, pelas descobertas e pela grande importância deles e de seu trabalho para a humanidade e para o planeta em geral, no entanto muitas de novas espécies que são divulgadas na mídia para que sejam conhecidas mundialmente são conhecidas por nós, fato este que deveria ser levado em consideração no ato da divulgação, desta forma até parece que não existimos e que se existimos não sabemos, não conhecemos nada, coisa alguma! Pergunte se algum de nós prefere pegar um choque de um poraquê grande ou do pequeno de &#8220;papo vermelho&#8221; &#8211; como é conhecido este último, claro que não vamos querer pegar choque de nenhum dos dois, mas pra escolher entre um e outro, seria escolhido o  primeiro-poraquê grande, pois o choque é bem menor que o choque do poraquê pequeno de &#8220;papo vermelho&#8221;.</p>
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