CPI quebra sigilo telefônico de Pazuello e Ernesto Araújo

O ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo fala na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid no Senado.A comissão investiga o uso do dinheiro federal que foi enviado para cidades e Estados, além de supostas omissões do governo federal no combate à pandemia. Sérgio Lima/Poder360 18.05.2021

A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid no Senado aprovou nesta quinta-feira (10) os pedidos de quebra de sigilo telefônico o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e de outras 24 pessoas. O colegiado também pediu a quebra de sigilo fiscal e bancário de 4 empresas e chamou para falar à comissão outras quatro autoridades.

Além de Pazuello, foram pedidas as quebras de sigilo telefônico do ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo, do ex-assessor especial da Presidência Filipe Martins e da secretária do Ministério da Saúde Mayra Pinheiro, conhecida como Capitã Cloroquina.

Também foram quebrados os sigilos de pessoas que os senadores dizem ter envolvimento com o chamado “gabinete paralelo”, que daria conselhos ao presidente Jair Bolsonaro a favor de medidas sem comprovação como o tratamento precoce da covid-19 com cloroquina.

Nesse grupo estão a médica Nise Yamaguchi, que já foi citada pela CPI como idealizadora de uma tentativa de trocar a bula da cloroquina por um decreto, o empresário Carlos Wizard e do médico Carlos Zanotto.

O presidente do CNS (Conselho Nacional de Saúde), Fernando Zasso Pigatto, e um representante do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), foram convidados pela CPI. Já o ministro da CGU (Controladoria-Geral da União), Wagner Rosário, foi convocado pela comissão.

(Com informações do Poder 360)

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