A bem da verdade: sobre referências inverídicas aos senhores

Em atenção à verdade e aos mandamentos do jornalismo, venho, de público, prestar um esclarecimento acerca de postagens que, de maneira indevida e com inverdades, associaram os senhores a situações que não refletem a realidade dos fatos.

A imprensa investigativa pauta-se pela coragem e pelo desassombro na cobertura e na divulgação de denúncias e fatos polêmicos, com detalhes que não são explorados pela maioria dos meios de comunicação. Mas esse papel só se credencia quando coragem e desassombro também significam reconhecer erros, equívocos e deslizes produzidos na elaboração e na publicação das matérias, sejam elas reportagens investigativas, análises de absoluta responsabilidade do jornal ou meras postagens de caráter particular.

Por isso, estou reconhecendo ter cometido erros e equívocos em relação as ilações e/ou afirmações atribuindo protagonismos depreciativos e desqualificadores aos senhores Marcos César Américo dos Reis, Marcelo Américo dos Reis e Vinícius Alexandre Squinelo Lopes Zanetti.

Baseado em fontes, informações e suposições que – só posteriormente constatamos – não correspondiam à verdade, realizei postagens em minha rede social com versões cujo contexto atingia injusta e severamente pessoas que não possuem nenhuma restrição de ordem judicial ou moral perante a justiça e a sociedade, muito pelo contrário, com estas contribuem com iniciativas voltadas à benemerência, à inclusão social e à promoção humana.

Seguirei meu curso no exercício corajoso do jornalismo investigativo, da defesa dos valores morais da sociedade, combatendo a corrupção e defendendo a justiça, mas sem abdicar da humildade e da coragem de recolher-se à condição de todo ser humano, que é a de ser suscetível a erros e equívocos.

Errei em relação aos senhores Marcos César Américo dos Reis, Marcelo Américo dos Reis e Vinícius Alexandre Squinelo Lopes Zanetti. Estou, por meio desta, me retratando, na expectativa de que a verdade se restabeleça e a sociedade não tenha motivo algum para duvidar de pessoas que até hoje recebem dela seu mais amplo reconhecimento.

Antônio Fabiano Portilho Coêne

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